Para muitas pessoas leigas, o ano letivo começa quando as férias das crianças acabam e elas voltam à rotina escolar, mas antes mesmo disso acontecer, professores e equipe pedagógica já passaram por várias etapas, desde a escolha do material didático – que começa no ano anterior, até o planejamento de cada aula.
O cotidiano de uma escola é uma correria. Todas as semanas milhares de papeis são xerocados, milhares de páginas de livros e cadernos são feitas e corrigidas, algumas reuniões de planejamento de aulas, provas, festejos são realizadas... Essa rotina que nunca pára, gira em torno do aluno, dos conteúdos a serem aprendidos e de suas necessidades para aprendê-los.
Nesse contexto turbulento surge uma nova área de atuação dentro da escola: o consultor psicopedagógico.
Com um foco voltado para a organização da escola como um todo, o consultor surge como um olhar de fora, visto de dentro da escola. Ele faz parte da equipe, auxilia essa equipe, mostra caminhos para chegar a resultados e para resolver problemas, age no relacionamento entre as pessoas, trabalha para que esse relacionamento (pais, funcionários, alunos...) seja positivo... resumindo, ele nada mais é do que um gestor educacional.
Algumas pessoas vão relacionar “gestor” com “diretor”, o que não deixa de ser, mas há o diretor burocrático, aquele preocupado apenas com contratações e mensalidades e não é desse tipo de gestor que estou mencionando.
O consultor psicopedagógico tem um olhar humano, tem um olhar pedagógico, busca que a escola funcione “de maneira redondinha”, onde todos sejam ouvidos, percebidos, acolhidos e, quando possível, satisfeitos.
A participação de toda a comunidade escolar é fundamental para o sucesso do processo educativo e esse espaço de troca, interação e convivência é o espaço do consultor psicopedagógico.
Vamos torcer que esse novo personagem realmente seja acrescentado às escolas...
É isso...Vanessa Gerhard
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
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